Me vi andando pelas ruas da grande New York. Em busca da minha casa.
Encontrei-a. Está tudo quieto lá dentro. Nenhum ruido.
Vou até a porta da frente, coloco a mão na maçaneta e tento gira-la. Trancada. Vou para a porta dos fundos. Pego a chava extra em baixo do tapete e abro a porta. Estou na cozinha. A vontade de matar e o desejo de vingança aumentam. Abro a gaveta de facas e pego a preferida de mamãe.
Subo as escadas, correndo a mão pelo batente. Paro na frente do quarto de meus pais. Dou um chute para abri-la, eles acordam assustados, e começam a berrar quando me viram sorrindo na porta. Entrei.
Primeiro mato papai. Uma simples facada no pescoço resolveu. Depois fui para mamãe com um único movimento, finquei a faca em seu coração.
Fui para meu quarto e peguei meu suéter, mesmo banhada de sangue coloco ele. Desco as escadas e saio, começo a andar pela rua.
Minha vingança não está completa, não até eu acabar com minha linda NY.
A morte, o desespero, e o terror esta a caminho.
- E ninguem vai me impedir.
simples assim
eu não odeio essa fase afinal, cresci.
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
A garota do vestido negro.
Eu avisei minha mãe. Eu disse a ela que eu morreria hoje. Mas ela não me deu ouvidos. E agora.. é tarde demais.
Era 31 de Outubro. O dia da minha festa de 15 anos. Minha festa seria em uma casa de madeira, onde eu passei minha infância.
Eu adorava aquela casa, era o único lugar onde eu podia falar com meus amigos de outra dimensão. Sim eu falo e vejo mortos. Não é uma coisa que dê pra se acustumar, mas eu gosto.
Enfim eu voltei para aquela casa, ela estava toda decorada com tema de Hallowen. Meus amigos logo estariam aqui, e eu teria que ir me arrumar. Minha mãe alugou um vestido branco igual ao da noiva zumbi pra mim. Tomei meu banho e me troquei, já ouvia a Avril Lavigne nas caixas de som. Desci as escadas e deparei com meus amigos e não só os da escola mais o do além tambem.
No meio do salão minha mãe colocou muitas velas. Não estava com um bom precentimento em relação a elas.
A casa foi ficando cheia, risos, beijos, abraços, aquilo tudo estava me sufocando. Fui para o porão e Henry estava lá. Ele estava de terno preto com camisa branca, e estava lindo. Ele morreu, seus pais o mataram com facas. Ele era meu melhor amigo.Não sei quanto tempo eu passei lá em baixo conversando com ele, mas derepente ouvi gritos e o som de alguma coisa pegando fogo. Peguei o balde do meu lado o que eu achava que estava com água e subi correndo as escadas do porão. Percebi que finalmente estavam tocando Paramore a música era a minha preferida, My Heart. Tentei abrir a porta, mas ela estava emperrada. Eu dei um chute com toda minha força na porta, isso fez eu rasgar parte de meu vestido. Saí do porão, aquelas malditas velas tinham feito as cortinas pegarem fogo.
Joguei a suposta água mas o fogo só aumentou. Senti o cheiro de gasolina. O fogo foi aumentando e eu estava no meio dele. Olhei pela grande janela e encontrei os olhos de minha mãe que estavam desesperados e de sua boca saiu um grito de horror. Vi meu pai, minha irmã e alguns de meus amigos.
Me vi pegando fogo pelo reflexo da janela.
Era tarde demais. O fogo tomou conta da casa e de mim. A última coisa que eu senti foi terror.
Era noite de lua cheia e me vi abrindo os olhos com um imenso desejo de vingança. Me levantei e saí da casa, começei a andar em direção a cidade, pois tenho alguem a matar. O meu vestido que era branco está negro agora.
- Mamãe eu estou voltando para casa.
Continua.
Bom dia, boa tarde, boa noite ou até mesmo boa madrugada.
Fazia um bom tempo que eu não escrevia textos, eu ja estava entrando em desespero. Mas ontem eu estava na aula de Geografia conversando com minhas amigas e a inspiração veio. E começei a escrever o texto do nada. Espero que tenham gostado, a continuação jaja ta aqui.
Beeijos Pineda
Era 31 de Outubro. O dia da minha festa de 15 anos. Minha festa seria em uma casa de madeira, onde eu passei minha infância.
Eu adorava aquela casa, era o único lugar onde eu podia falar com meus amigos de outra dimensão. Sim eu falo e vejo mortos. Não é uma coisa que dê pra se acustumar, mas eu gosto.
Enfim eu voltei para aquela casa, ela estava toda decorada com tema de Hallowen. Meus amigos logo estariam aqui, e eu teria que ir me arrumar. Minha mãe alugou um vestido branco igual ao da noiva zumbi pra mim. Tomei meu banho e me troquei, já ouvia a Avril Lavigne nas caixas de som. Desci as escadas e deparei com meus amigos e não só os da escola mais o do além tambem.
No meio do salão minha mãe colocou muitas velas. Não estava com um bom precentimento em relação a elas.
A casa foi ficando cheia, risos, beijos, abraços, aquilo tudo estava me sufocando. Fui para o porão e Henry estava lá. Ele estava de terno preto com camisa branca, e estava lindo. Ele morreu, seus pais o mataram com facas. Ele era meu melhor amigo.Não sei quanto tempo eu passei lá em baixo conversando com ele, mas derepente ouvi gritos e o som de alguma coisa pegando fogo. Peguei o balde do meu lado o que eu achava que estava com água e subi correndo as escadas do porão. Percebi que finalmente estavam tocando Paramore a música era a minha preferida, My Heart. Tentei abrir a porta, mas ela estava emperrada. Eu dei um chute com toda minha força na porta, isso fez eu rasgar parte de meu vestido. Saí do porão, aquelas malditas velas tinham feito as cortinas pegarem fogo.
Joguei a suposta água mas o fogo só aumentou. Senti o cheiro de gasolina. O fogo foi aumentando e eu estava no meio dele. Olhei pela grande janela e encontrei os olhos de minha mãe que estavam desesperados e de sua boca saiu um grito de horror. Vi meu pai, minha irmã e alguns de meus amigos.
Me vi pegando fogo pelo reflexo da janela.
Era tarde demais. O fogo tomou conta da casa e de mim. A última coisa que eu senti foi terror.
Era noite de lua cheia e me vi abrindo os olhos com um imenso desejo de vingança. Me levantei e saí da casa, começei a andar em direção a cidade, pois tenho alguem a matar. O meu vestido que era branco está negro agora.
- Mamãe eu estou voltando para casa.
Continua.
Bom dia, boa tarde, boa noite ou até mesmo boa madrugada.
Fazia um bom tempo que eu não escrevia textos, eu ja estava entrando em desespero. Mas ontem eu estava na aula de Geografia conversando com minhas amigas e a inspiração veio. E começei a escrever o texto do nada. Espero que tenham gostado, a continuação jaja ta aqui.
Beeijos Pineda
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