simples assim











eu não odeio essa fase afinal, cresci.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Pesadelo eterno

Quando temos pesadelos, normalmente acordamos gritando de medo e suando. Mas acordamos de alguma forma não é? Eu estou tentando acordar do meu, até agora.
Sary August Cristine, sim esse é meu nome. Tinha 16 anos, até aquele dia no norte do Canadá.
As ruas estavam coberta de neve, o que por aqui, não é grande coisa.
Eram 7:51 quando me levantei da cama. Não tinha pais, eles morreram em um acidente de carro no final de julho. A única coisa que ficou pra mim além da casa e do dinheiro, a única coisa que importava pra mim que restou foi Pip, meu labrador cor de chocolate. Ele era um boboca, mas.. era meu companheiro.
Como sempre me troquei e fui dar uma volta com ele na rua antes de ir para a escola. Mas, quando toquei na coleira, sabia que eu não voltaria tão cedo para casa, algo iria aconteçer. Mas não me deixei levar por essas emoções. Talvez estivesse imaginando coisas, ou talvez não.
Chamei Pip e fomos para rua. Felizmente coloquei minhas botas para neve, mas da mesma forma estava cansativo e dificil de andar.
Como de custume entramos no bosque para sair no parquinho do outro lado, Pip adorava brincar com os gemeos Gailard's. Mas.. tinha algo errado, as sombras das arvores estavam grandres demais, escuras demais.. frias demais. Pip percebeu o que eu estava querendo dizer, e logo começou a rosnar.
Vi um feicho de luz logo na frente e corri para lá. Peguei meu Ipod do bolso e coloquei no ultimo volume na música Bring Me to Life. Talvez ajudaria, eu disse, talvez.
Faltava uns 500 metros para chegarmos no parquinho. Minha respiração estava acelerada e Pip estava em estado de alerta. De repente Pip para e começar a latir loucamente. Ele só fazia isso quando a ameça era das grandes, e pelo visto essa era enorme. Eu travei, pensei nas minhas possibilidades, não iria deixar Pip de forma alguma, e mesmo se eu gritasse, ninguem escutaria. Me virei lentamente e dei de cara com algo que parecia um lobisomen. Pode parecer estranho mas aquela coisa era enorme maior que um homem e bem mais forte. Seu pêlo era um breu, seus olhos eram vermelhos de ódio. Não entendi o porque daquilo. Ele estava em pé, sobre duas patas, estas que eram enormes, maiores que a cabeça de Pip. Quando aquele bicho respirava eu via a fumaçinha de  calor saindo de suas  narinas.
Não sabia o que fazer, eu estava em desespero e Pip não parava de latir. Talvez seus latidos tenham assustado a coisa ou talvez ele só quis mostrar o que queria, e eu sabia o que era.
Ele se agachou e saiu correndo para o fundo da mata. Não demorei nada sai correndo com Pip atraz de mim para o parquinho. O sol estava brilhando ridicularmente e as crianças rindo feito babacas. Nunca pensei isso em relação a aquelas criançinhas mas, estava tão brava, como ninguem ouvia os latidos de Pip? Estavam machucando meus ouvidos mesmo com o Ipod no último volume. E como a floresta podia estar tão escura com esse sol brilhando? O que estava aconteçendo?
Não estava bem para ouvir a voz de crianças e de mães preocupadas por eu estar pálida. Fui para casa, sem pensar duas veses, e sem pensar no que poderia estar lá.
Parei em frente de casa. Ela estava quieta demais. Peguei as chaves com a mão tremendo, a rua estava muito movimentada, mas senti que mesmo se que gritasse por socorro.. ninguem escutaria.
Entrei com passos bem calculados, já Pip? Entrou feito um louco atraz do seu pote de ração. Cachorro tonto.
Tirei minhas botas e meu casaco. Tomei um banho bem rápido, não consiguia tirar os olhos da janela nem da porta. Pip teve que ficar dentro do banheiro comigo. Me troquei muito rapido tambem, com medo de fechar os olhos e quando os abrisse encontrasse alguma coisa.

Não consegui pensar na possibilidade de deixar Pip sosinho, então pedi para a Sra. Gailard's cuidar dele, ele iria se divertir com os gemeos e estaria em segurança enquando estava na escola. Peguei meu carro e saí.
As aulas passaram voando. Saí da escola era 14:47. Passei no drive trhu do BK e comprei um lanche. Fui comendo no caminho de volta pra casa. Cheguei em casa e fui pegar Pip. Felizmente ele não deu nenhum trabalho. O medo de entrar dentro de casa aumentou denovo.
Entrei cantando para afastar o medo e com Pip babando.
Fui para a cozinha para por comida para aquele cachorro tonto. Mas travei na porta. O saco de ração de Pip estava completamente destruido, parecia que foi rasgado com garras enormes. Garras que vi de manhã. Senti meu joelhos ficarem fracos e minha cor sumir do rosto. Onde estava Pip? Corri para a sala, felizmente ele estava deitado no sofá, dormindo.
Fui para a cozinha muito devagar. Mas senti que tinha alguma coisa atraz de mim. Me virei e vi um vulto passando para entrar do outro lado da cozinha. Corri para lá. Aquele monstro estava lá. Ele voltou e queria algo de mim. As lágrimas que estavam querendo sair deis de manhã rolaram pelo meu rosto, vim chorando ao mundo e vou chorando embora tambem. Aquela coisa foi se aproximando devagar. Mas com um simples movimento quebrou minhas duas pernas e quebrou 4 costelas. Dei um grito de dor. Foi tão alto que Pip acordou e teve tempo de pular no pescoço do animal e cravar seus dentes. Ele ferriu a coisa que logo começou a morrer. Mas antes arremesou Pip contra a parede que ficou deitado olhando pra mim. Ele estava vivo pois abanava o rabo, como se tivesse feito uma coisa boa. Sorri para ele. Continuei gritando até que a Sra. Gailard's entrou correndo com a policia atraz e paramédicos. Fui levada para o hospital. Minhas costelas estavam quebradas. E infelizmente perdi o movimento das pernas. Tenho uma cicatriz no pulmão e não respiro direito. Tenho crises de respiração muitas veses. Continuo sendo a Sary mas com uma cicatriz de uma garra que pega o começo do meu olho esquerdo e vai até o ombro direito. Pip não me abandona nunca, sempre esta ali comigo. Perdi toda a minha felicidade.


Vocês podem acordar do seu pesadelo gritando, eu grito todos os dias mas não consigo acordar do meu.

Tão perto e mesmo assim tão longe.

Que saudade amor.

Fiquei sabendo que aí tudo é  lindo. Mais não entendo, te mando mensagens, faço telefonemas e nada. É a mesma coisa se eu não fizesse. Estou começando a pensar na possiblidade de você ter me esqueçido, você me prometeu, prometeu que você nunca iria me abandonar. Mas acho que essa tá sendo umas das maiores possibilidades, dadas as circunstancias.
Olho para sua foto todos os dias, durmo com ela embaixo no meu travesseiro, eu me sinto segura com isso. Pego meu celular disco seu número, mas me falta coragem pra ligar. Me bate o medo de você não atender o até mesmo atender e dizer que tudo acabou. Que não quer mais nada, que não gosta mais de mim.
O ponto é, talvez eu não saiba mais viver sem você, talvez o seu sorriso seja o motivo para mim acordar todos os dias. Talvez saber que você ainda está vivo é o que me mantem com as pernas firmes para continuar andando. Quem sabe, não tenho noticias suas mas, eu posso sentir que você esta bem, esta vivo pelo menos, e o desespero de ouvir a sua voz dizendo que esta tudo bem e a saudade daquele seu olhar desconfiado quando dizia algo que você considerava suspeito ou estranho.
Saudade daquele sorriso espontaneo, e dos olhares mesmos estes breves. Saudade daquele abraço que me passava tanta segurança quando preciso, e que me esquentava quando estava frio.
Sua voz.. tenho uma breve recordação desta. Queria poder ouvi -la novamente.
Não adianta quanto tempo passe, talvez e venha conheçer outras pessoas e até mesmo fique com outra. Mas entenda, você sempre será aquele que vai estar no meu coração, mesmo depois de muito tempo eu sei que você vai ta aqui ainda. Não sei o que vai aconteçer depois desse ano, talvez você vá embora, e.. não volte mais. Talvez, você volte para ela, e nunca mais queira me ver. E eu sei que é isso que vai aconteçer, mais simplismente, não quero aceitar. Você ainda está aqui na cidade.. tão perto e mesmo assim tão longe de mim. Não sei se vou aguentar quando acabar. Ainda temos algum tempo.. me deixe aproveitar ele. Depois que esse tempo acabar.. você não vai voltar.
No puedo mas vivir sin ti.

Não me abandona ainda, não aprendi a viver sem você. Só me da mais um tempo porque agora, eu realmente preciso de você.

Ps: Eu te amo troxa.



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Eu já disse que te amo hoje?

Eu já disse que te amo hoje?
.. ou melhor depois de tanto tantos dias, eu já disse que ainda te amo?
O ponto é, porque eu te amo?
Você não é o mais inteligente, não é o mais bonito, é o mais legal, o que me trata melhor.
Eu me pergunto se eu vou conheçer alguem melhor, você não é o melhor e isso te torna essencial.

Acho que te amo por ser tudo tão diferente, seu sorriso, seu olhar e até mesmo seu abraço.
Por ser diferente, por fazer tanta falta a cada segundo.
 Acho que te amo por na verdade ser você, porque, talvez se fosse outra pessoa a consideração e o carinho não seria tão forte.
Eu te amo por ser você.
  E esse é o melhor motivo.

Então eu te digo:
  - Eu já disse que te amo hoje?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

60 segundos

Eu conseguiria dizer olhando dentro dos seus olhos há quanto tempo você vem chorando.
O que faz muito tempo.
E que as estrelas e o céu não são nada comparado a ele.

Eu conseguiria dizer olhando nos seus olhos o quanto seu coração está quebrado.
E que alguém está esperando para consertá-lo. E a sua permisão.
Mas você não sabe se quer que seu coração seja consertado.
Porque já não existe mais recordações, só a dor do que já foi tão amado.

Eu conseguiria dizer quando visse seu sorriso o porque de tudo isso.
E porque é tão difícil perdoar.

E eu sei o porque de tudo isso,
eu vi seu olhar junto com seu sorriso.
.. foram os piores 60 segundos da minha vida.

Mas daqui a algum tempo, você descobrirá que ainda vale a pena viver.
  Com um simples sorriso que lhe trará de volta todo o prazer.


ás - 17:51

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Sorri


Sorri
Quando o que quer fazer for chorar
quando seu mundo desmoronar
e sua fé acabar.



Sorri
Finja que esta tudo bem
quando na verdade esta mal.



Sorri
Pra pensar que é feliz
para as coisas não ter que explicar
e cair aos prantos novamente.



Sorri
Pra esconder a sua dor
e o mundo irá pensar
que é feliz
e a mentira sempre irá durar.
Sorri

escrito no dia 10/06/2010
postado ás 11:18

Esse amigo de verdade.

Nunca desistiu.
Nunca me deu as costas.
Porque fez isso logo agora? No momento em que eu estou realmente precisando de você?
Sempre foi o amigo que eu me orgulhava de dizer que era meu, estando ali pra me segurar se eu fosse cair, rindo comigo das coisas mais toscas do mundo mais que nos divertiam tanto nas tardes de terça e quinta. O amigo que sentia minha dor, que sentia minha felicidade. O amigo com o melhor abraço do mundo inteiro. Não acredito no que esta fazendo. Eu te respeito, a escolha é toda sua.
Mas não vai da pra aguenta grandão! Fica sem você aqui  vai doer, e muito. Mas se vai ser o melhor pra você  quem sou eu pra recusar? Ficar sem as músicas de pagode, sem os abraços os risos e tudo mais.. vai doer. Você nem tem idéia do quanto.
Você é o meu melhor amigo Felipe Augusto. Porfavor, nunca se esqueça disso.


Eu te amo.

16/06/2010  08:51

terça-feira, 1 de junho de 2010

Segura o coração

  Quando estamos naquele dia péssimo, recorremos a amigos para o colo ou até mesmo a solidão para o pensamento fluir. E nesse momento é o que estou fazendo, estou pensando especialmente em você. Estou proibida de fazer isso mas, não consigo parar. Muito clichê isso mas, passei tanto tempo escondendo a realidade, e quando te digo o que eu sinto, eu quebro a cara. Não pedi mais do que uma chance, e você simplismente a matou com palavras que eu sabia que seriam ditas mais não dessa forma.
  É ridiculo saber que quando eu estiver em desespero eu vou querer você. E você sabe disso. Tá acabando, só resta pouco tempo. E não sei o que fazer para melhorar minha mente e te esqueçer, na verdade acho que essa é a parte mais dificil. A que mais doí é saber que não adianta dizer que eu sou  apaixonada por você. Porque vai ser sempre a mesma resposta não é?
Hey segura o coração, porque eu vou desmoronar aqui.