simples assim











eu não odeio essa fase afinal, cresci.

sábado, 17 de abril de 2010

Vingança

Me vi andando pelas ruas da  grande New York. Em busca da minha casa.
Encontrei-a. Está tudo quieto lá dentro. Nenhum ruido.
Vou até a porta da frente,  coloco a mão na maçaneta e tento gira-la. Trancada. Vou para a porta dos fundos. Pego a chava extra em baixo do tapete e abro a porta. Estou na cozinha. A vontade de matar e o desejo de vingança aumentam. Abro a gaveta de facas e pego a preferida de mamãe.
Subo as escadas, correndo a mão pelo batente. Paro na frente do quarto de meus pais. Dou um chute para abri-la, eles acordam assustados, e começam a berrar quando me viram sorrindo na porta. Entrei.
  Primeiro mato papai. Uma simples facada no pescoço resolveu. Depois fui para mamãe com um único movimento, finquei a faca em seu coração.
  Fui para meu quarto e peguei meu suéter, mesmo banhada de sangue coloco ele. Desco as escadas e saio, começo a andar pela rua.
  Minha vingança não está completa, não até eu acabar com minha linda NY.
  A morte, o desespero, e o terror esta a caminho.
               
                   - E ninguem vai me impedir.

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